sábado, 13 de novembro de 2010




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domingo, 19 de setembro de 2010

Matemática vivenciada


Uma boa situação de aprendizagem é aquela leva em conta a função social real.
Brincando de lojinha em sala de aula os alunos exercitam cálculos, entram em contato com o sistema monetário e podem fazer uso de calculadoras ou praticam cálculo mental. Além disso, conferem troco, fazem estimativas de gastos através de listas anteriormente à compra e produzem textos contando a história matemática do dia. Esta estratégia estimula a participação dos alunos, tanto na montagem da lojinha, como na ludicidade na hora da atividade e do desmonte dela. Faça assim:
1. Introduza previamente três notas de cada valor de cédulas de brinquedo em um envelope (um por aluno).
2. Distribua os envelopes e estimule seus alunos a descobrirem o valor contido em cada um. Vale qualquer tipo de estratégia (calculadoras, contagem, riscos, só ou em duplas, etc.). Passeie pela sala e observe como fazem, sem interferir.
3. Confira coletivamente a quantia.
4. Diga a eles que farão de conta que esse é o recebimento mensal por trabalhos prestados. Explique que devem guardar R$ 300,00 (você decide a quantia) para ser utilizado em gastos com produtos básicos (mercado) e R$ 100,00 para pagamento de contas de água e luz elétrica. Esse dinheiro não deve ser usado na lojinha.
5. Convide-os a descobrir a quantia que sobrou e que poderá ser gasta na lojinha.
6. Previamente você já terá decidido com eles o que fará parte dos produtos para venda, devendo ser materiais disponíveis n sala. Por ex: globo terrestre, jogos, fantasias, livros diversos, revistas, e mais.
7. Organize o ambiente da lojinha com a ajuda dos seus alunos, determinando preços, local de exposição das mercadorias, quem fica no caixa.
8. Você também pode fazer uma tabela de preços para auxiliar os alunos a conferir o dinheiro.
9. E vamos às compras! Esteja atento par auxiliar quando necessário.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

terça-feira, 4 de maio de 2010

Recursos de Áudio e de Vídeo

O portal do professor disponibiliza recursos interessantes de mídias para serem utilizados pelos profissionais da educação. Dentre estes, dois recursos de áudio destacam-se na categoria literária:
1. Série Formação do Leitor: faz explanação sobre leitura como processo envolvendo o leitor e o autor que juntos utilizam o texto como meio de comunicação. Traz também um texto literário de Ruth Rocha, A primavera da lagarta. Na descrição do processo de leitura, as autoras Ana Paula Leite de Camargo e Isabel Pereira dos Santos ressaltam-no como acumulativo, onde para se entender um texto há de se ter lido muitos outros anteriormente. Quer saber mais, Acesse:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=9971
Depois clique em Visualizar recurso.

2. História da Chapeuzinho Vermelho como manchete nas principais revistas e jornais escrito e televisivos: uma prática extremamente interessante, na qual diferentes versões são acrescentadas ao texto. Assim, Fátima Bernardes, Glória Maria, Willian Bonner, são confrontados com Cidade Alerta, Notícias Populares, O Globo e outros, destacando a manchete de acordo com as características de cada apresentador ou portador de textos, desde hábitos alimentares, salvamento e escândalos políticos envolvendo o lobo, até um ensaio sensual da Chapeuzinho Vermelho. Confira em:

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=16079
Depois clique em visualizar recurso.


Também assista ao vídeo do prof. Pasquale. Onde ele analisa juntamente com o simpático bichinho Coisinho alguns exemplos de palavras mal colocadas na frase. A palavra perdeu exemplifica como manchete de jornal escrita de maneira não muito clara dá margem à outras interpretações. Outro, o DNA de jumento, resulta num bom divertimento. Assista em:
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/8930/me003485.wmv?seq
Depois clique em visualizar recurso.

Outro vídeo que merece destaque é Aquarela, de Toquinho. Animação e música dão asas à imaginação nesse belo vídeo. Veja em Toquinho no mundo da criança:
http://videos.sapo.mz/FHbVZc5qHIJSJZVzHOFt

domingo, 18 de abril de 2010

ATA DA ASSEMBLEIA

Ao primeiro dia do mês de março de dois mil e dez, às dez horas e trinta minutos, na roda de conversa na Escola Municipal de Ensino Fundamental Arani José da Silva, reuniram-se os alunos do segundo ano A para ajudar a resolver os problemas de descumprimento de combinados. A classe não está obedecendo alguns, como: jogar o lixo no lixo, não correr na sala, falar na sua vez e ouvir os colegas e a professora. Nós, alunos, demos a ideia de deixar quem não cumpre os combinados pensando na hora do recreio. Mas pode comer o lanche e ir ao banheiro, beber água e voltar para a sala com a professora. Se continuar descumprindo as regras, a professora deve conversar com a mãe pode até perder passeios com a turma. Sem mais, lida e achada conforme, segue assinada.
( acrescentar a lista dos alunos e suas assinaturas)
Obs: texto escrito pela professora, de acordo com a opinião expressa pelos alunos.

O que os alunos aprendem com essa prática?

1. Observam a escrita como objeto de função social real.
2. Refletem sobre problemas, opinando na sua resolução.
3. Debatem sobre temas pertinentes.
4. São produtores das ações que se desencadearão a partir da leitura do documento.
5. Respeitar limites e atentar para as conseqüências de seus descumprimentos.

Trabalhando com os combinados

Uma estratégia que dá resultado em sala de aula é a realização dos combinados, sobretudo quando há a participação dos alunos na sua produção.

Mas, o que fazer quando há pouco envolvimento de alguns alunos no cumprimento de regras que eles mesmos ajudaram a criar? Por que as infringem?

Para isso, precisamos compreender que os alunos, assim como nossos filhos (e porque não dizer nós mesmos quando éramos crianças), testam os limites para saber até onde podem chegar. Isso é perfeitamente normal e compreensível. A nós, cabe orientá-los a cerca dos limites e agir como adultos e modelos a serem seguidos.

Uma boa alternativa para esse caso é a realização da “ASSEMBLEIA DA CLASSE”, na hora da roda de conversa. Os passos são:

  1. Coloque os alunos em roda no pátio, na classe ou qualquer outro local de sua preferência.
  2. Informe que irão fazer uma assembléia, ou seja, uma discussão de alguns problemas encontrados por você no cumprimento dos alunos aos combinados.
  3. Discuta com os alunos, de modo a promover o aparecimento de sugestões para resolver o problema.
  4. Debata com a turma a viabilidade das ideias propostas.
  5. Caso ache necessário intermediar nas colocações dos alunos, faça com que reflitam, repensem, reformulem seus conceitos, chegando à melhor das alternativas. Para isso, precisam “se colocar no lugar do outro”.
  6. Redija uma ata, com a ajuda dos seus alunos.
  7. Terminado o texto, leia-o em voz alta para se certificar que todos aprovam. Caso achem necessário, reformule. Para isso, coloque a finalização da ata após a leitura.
  8. Peça a eles que assinem a ata. Será um documento conhecido pela turma que precisará ser seguido, caso haja um novo descumprimento. Não esqueça: é sempre válido mostrar o combinado que está sendo descumprido e dar a primeira advertência como uma chance para mudar o comportamento. Geralmente isso funciona bem.